Seguro para Drones

Seguro obrigatório e facultativo para drones e RPAs. Cobertura RETA, responsabilidade civil, casco e proteção para uso profissional e recreativo.

Entenda Este Seguro

O seguro para drones é obrigatório no Brasil para aeronaves não tripuladas com peso acima de 250 gramas, conforme regulamentação da ANAC, DECEA e ANATEL. Sejam drones recreativos, profissionais para fotografia aérea, mapeamento topográfico, inspeção industrial ou pulverização agrícola, a legislação exige no mínimo o seguro RETA (Responsabilidade do Explorador e Transportador Aéreo) para cobertura de danos a terceiros na superfície. A Máximo Seguros oferece tanto o RETA obrigatório quanto coberturas facultativas completas que protegem o equipamento contra quedas, colisões, falhas técnicas, roubo e danos durante transporte. Com o mercado de drones profissionais em crescimento acelerado no Brasil — estimado em R$ 3 bilhões — contar com proteção adequada é essencial para operar dentro da lei e proteger investimentos que podem ultrapassar R$ 100.000 em equipamentos especializados.

O que é o seguro de drone e por que é obrigatório

O seguro de drone é uma exigência legal brasileira para todas as aeronaves remotamente pilotadas com peso máximo de decolagem superior a 250 gramas. A obrigatoriedade está prevista no Regulamento Brasileiro de Aviação Civil Especial 94 (RBAC-E 94) da ANAC, que classifica drones como aeronaves e lhes aplica requisitos de segurança semelhantes aos da aviação convencional. O seguro mínimo obrigatório é o RETA, que cobre danos a terceiros na superfície causados pela operação do drone, como queda sobre pessoas, veículos ou edificações. Além do RETA, seguros facultativos de casco protegem o investimento do proprietário contra perda ou dano ao equipamento. Com o mercado de drones crescendo mais de 30% ao ano no Brasil, a regulamentação e a exigência de seguro são fundamentais para a operação segura e responsável dessas aeronaves.

Tipos de seguro disponíveis para drones

O mercado oferece diferentes modalidades de seguro para drones conforme a necessidade do operador. O RETA obrigatório é o seguro mais básico, cobrindo apenas responsabilidade civil por danos a terceiros na superfície, com limites definidos pelo peso da aeronave. O seguro de casco facultativo protege o drone em si contra quedas, colisões, falhas técnicas, panes elétricas e eventos climáticos adversos. O seguro de responsabilidade civil ampliada estende a cobertura para danos a terceiros durante todo o voo, não apenas na superfície. Seguros para operadores comerciais incluem responsabilidade profissional por erros na prestação do serviço, cobertura para equipamentos embarcados e proteção de dados coletados. Há ainda seguros por missão, contratados por período específico, ideais para operações pontuais que não justificam uma apólice anual.

Regulamentação ANAC e DECEA para operação de drones

A operação de drones no Brasil é regulamentada por três órgãos: a ANAC define requisitos de aeronavegabilidade e registro, o DECEA controla o espaço aéreo e autoriza operações, e a ANATEL homologa os equipamentos de radiofrequência. Para operar legalmente, o drone deve estar registrado no SISANT da ANAC, o piloto deve possuir habilitação conforme a classe do equipamento, a operação deve ter autorização do DECEA quando em espaço aéreo controlado, e o seguro RETA deve estar vigente. Operações comerciais exigem adicionalmente o Certificado de Piloto Remoto emitido pela ANAC. Infrações podem resultar em multas de até R$ 50.000, apreensão do equipamento e responsabilização civil e criminal do operador. O cumprimento integral da regulamentação é pré-requisito para a validade do seguro contratado.

Seguro para drones profissionais e comerciais

Operadores profissionais de drones necessitam de coberturas robustas que protejam tanto o equipamento quanto a atividade comercial. Drones utilizados para fotografia aérea e cinematografia podem custar de R$ 20.000 a R$ 200.000 incluindo câmeras e lentes especializadas. Equipamentos de mapeamento topográfico e inspeção industrial com sensores LiDAR e câmeras termais representam investimentos ainda maiores. O seguro de casco para uso profissional cobre não apenas o drone, mas todos os equipamentos embarcados declarados na apólice. A responsabilidade civil profissional protege contra reclamações de clientes por falhas no serviço, como mapeamento impreciso ou imagens insatisfatórias. Operadores que prestam serviço para empresas de grande porte frequentemente são obrigados contratualmente a apresentar apólice de seguro com limites específicos.

Cobertura para drones recreativos e esportivos

Mesmo drones utilizados apenas para lazer estão sujeitos à obrigatoriedade do RETA quando pesam mais de 250 gramas. Modelos populares como DJI Mini, Mavic Air e Phantom são classificados como Classe 3 pela ANAC e devem estar registrados e segurados. O seguro recreativo tem custo acessível — a partir de R$ 150 anuais para o RETA — e pode ser complementado com casco facultativo para proteger o investimento em equipamentos que custam de R$ 2.000 a R$ 15.000. Pilotos de drones de corrida FPV enfrentam riscos elevados de colisão e queda, tornando o seguro de casco especialmente relevante. Clubes e associações de aeromodelismo e drones frequentemente negociam apólices coletivas com condições mais vantajosas para seus membros, incentivando a regularização de todos os operadores.

Exclusões e situações não cobertas no seguro de drone

As apólices de seguro de drone possuem exclusões importantes que o operador deve conhecer. Operações realizadas em desacordo com a regulamentação da ANAC e DECEA — como voo em áreas restritas sem autorização, acima da altitude máxima de 120 metros sem liberação, ou à noite sem habilitação — são excluídas da cobertura. Danos causados por modificações não autorizadas no equipamento, uso de firmware não oficial ou operação por pessoa não habilitada também ficam fora. O desgaste natural de componentes como baterias, hélices e motores não é coberto pelo seguro de casco. Operações em condições climáticas contrárias às especificações do fabricante, como ventos acima do limite operacional, podem ter cobertura negada. É essencial ler atentamente as condições gerais da apólice e operar sempre dentro da legalidade.

Seguro de drones para agricultura de precisão

A agricultura de precisão é um dos maiores mercados para drones no Brasil, com aeronaves utilizadas para pulverização, mapeamento de lavouras, análise de saúde vegetal por NDVI e monitoramento de rebanhos. Drones agrícolas são equipamentos robustos e caros, com valores entre R$ 50.000 e R$ 500.000 para modelos de pulverização de grande capacidade. O seguro para drones agrícolas deve cobrir casco contra quedas em área de lavoura, falhas durante pulverização, danos a terceiros incluindo contaminação por defensivos e responsabilidade ambiental. A operação de drones para pulverização exige registro específico no Ministério da Agricultura e conformidade com normas do IBAMA para aplicação de agrotóxicos, requisitos que devem estar em conformidade para validade do seguro.

Como a Máximo Seguros protege sua operação com drones

A Máximo Seguros é referência em seguro para drones, atendendo desde pilotos recreativos até operadores comerciais de grande escala. Nossa equipe possui conhecimento técnico sobre a regulamentação ANAC, DECEA e ANATEL, garantindo que a apólice contratada atenda todos os requisitos legais para operação regular. Trabalhamos com seguradoras especializadas no mercado aeronáutico que compreendem os riscos específicos de aeronaves não tripuladas. Oferecemos RETA obrigatório com emissão em 24 horas, seguros de casco com coberturas personalizadas para cada tipo de operação e apólices por missão para projetos pontuais. O processo de cotação considera modelo do drone, uso pretendido, região de operação e experiência do piloto para encontrar a melhor relação custo-benefício. Solicite sua cotação e voe dentro da lei com proteção completa.

Beneficios Deste Seguro

  • RETA obrigatório para conformidade com a regulamentação da ANAC
  • Cobertura de casco contra quedas, colisões e falhas técnicas do equipamento
  • Responsabilidade civil para danos a terceiros na superfície e em voo
  • Proteção durante transporte e armazenamento do drone
  • Cobertura para acessórios como câmeras, gimbals e sensores acoplados
  • Assistência técnica com rede especializada em reparos de drones

Como Funciona a Contratacao

  1. Passo 1: Informe o modelo, peso, número de registro ANAC e uso pretendido do drone

  2. Passo 2: Indique a região de operação e tipo de atividade (recreativo, profissional, comercial)

  3. Passo 3: Receba cotação do RETA obrigatório e coberturas facultativas recomendadas

  4. Passo 4: Envie certificado de registro na ANAC e documentação do operador

  5. Passo 5: Receba a apólice digital válida para apresentação aos órgãos reguladores

  6. Passo 6: Em caso de sinistro, reporte imediatamente à seguradora com registros da operação

Termos Importantes

RETA
Responsabilidade do Explorador e Transportador Aéreo, seguro obrigatório que cobre danos causados a terceiros na superfície por operação de aeronaves, incluindo drones com peso acima de 250 gramas.
ANAC
Agência Nacional de Aviação Civil, autarquia federal responsável pela regulação e fiscalização das atividades de aviação civil e de infraestrutura aeronáutica e aeroportuária no Brasil.
RPA
Remotely Piloted Aircraft ou Aeronave Remotamente Pilotada, classificação técnica para drones controlados remotamente por um piloto, diferenciando-se de aeronaves autônomas.
SISANT
Sistema de Aeronaves não Tripuladas da ANAC, plataforma online para cadastro obrigatório de drones com peso entre 250 gramas e 25 quilogramas operados no espaço aéreo brasileiro.
DECEA
Departamento de Controle do Espaço Aéreo, órgão do Comando da Aeronáutica responsável pelo controle do espaço aéreo brasileiro e autorização de operações de drones em áreas controladas.
BVLOS
Beyond Visual Line of Sight, operação de drone além da linha de visada visual do piloto, que exige autorizações especiais da ANAC e DECEA e seguros com coberturas ampliadas.
Gimbal
Estabilizador mecânico de câmera acoplado ao drone que compensa vibrações e movimentos da aeronave, garantindo imagens estáveis durante o voo.
Geofencing
Sistema de delimitação virtual de áreas geográficas programado no software do drone que impede automaticamente o voo em zonas restritas como aeroportos e áreas militares.

Dúvidas Frequentes

Duvidas sobre Drones

Perguntas frequentes sobre seguro para drones.

Sim, o seguro RETA é obrigatório para todos os drones com peso máximo de decolagem acima de 250 gramas, conforme o RBAC-E 94 da ANAC. Essa exigência se aplica tanto a drones recreativos quanto profissionais. Para drones abaixo de 250 gramas que voam apenas em linha de visada visual, o seguro é recomendado mas não obrigatório. A ausência do RETA pode resultar em multas e apreensão do equipamento durante fiscalizações da ANAC ou da Polícia Federal.

RETA significa Responsabilidade do Explorador e Transportador Aéreo, e é o seguro obrigatório que cobre danos causados a terceiros na superfície em decorrência da operação do drone. É equivalente ao seguro de responsabilidade civil obrigatório da aviação convencional, adaptado para aeronaves remotamente pilotadas. O RETA cobre danos corporais e materiais causados a pessoas e propriedades no solo em caso de queda ou colisão do drone. Os limites de cobertura são definidos pela regulamentação e variam conforme o peso da aeronave.

O seguro RETA obrigatório para drones recreativos de pequeno porte (como DJI Mini) custa entre R$ 150 e R$ 400 por ano. Para drones profissionais como DJI Mavic ou Phantom, o RETA varia de R$ 300 a R$ 800 anuais. O seguro de casco facultativo, que cobre o equipamento em si, custa entre 5% e 15% do valor do drone ao ano. Um drone profissional de R$ 30.000 teria seguro de casco entre R$ 1.500 e R$ 4.500 anuais. Drones industriais de grande porte possuem prêmios proporcionalmente maiores.

Sim, a maioria dos seguros de casco para drones cobre quedas resultantes de erro operacional do piloto, desde que não haja dolo ou negligência grave comprovada. Falhas de pilotagem como perda de controle, colisão com obstáculos não identificados e pousos forçados são eventos cobertos na apólice padrão. Operações realizadas em desacordo com a regulamentação da ANAC — como voo acima da altitude máxima permitida ou em áreas restritas sem autorização — podem ser excluídas da cobertura.

O registro na ANAC é feito pelo sistema SISANT (Sistema de Aeronaves não Tripuladas) no site da agência. Drones entre 250g e 25kg devem ser cadastrados pelo proprietário, que receberá um número de registro para fixar na aeronave. Drones acima de 25kg seguem processo de certificação mais rigoroso. Após o registro, o proprietário pode contratar o seguro RETA apresentando o certificado de cadastro. O processo completo leva de 1 a 5 dias úteis e é gratuito para pessoa física.

Sim, drones utilizados para atividades comerciais como fotografia aérea, mapeamento, inspeção industrial e pulverização agrícola precisam de coberturas adicionais além do RETA. É recomendável contratar seguro de casco com cobertura ampla, responsabilidade civil profissional por erros na prestação do serviço, cobertura para equipamentos embarcados como câmeras e sensores especializados, e proteção para dados coletados. Operadores comerciais também devem possuir certificado de piloto emitido pela ANAC.

Sim, a queda em corpos d'água como rios, lagos e mar é coberta pelo seguro de casco como sinistro de perda total, desde que a operação estivesse dentro das normas regulamentárias. A indenização será pelo valor segurado, descontada a franquia contratual. É importante registrar as coordenadas GPS do local da queda e, se possível, tentar a recuperação do equipamento. Alguns planos exigem a apresentação dos restos do drone para confirmação do sinistro, o que pode ser impossível em quedas no mar.

Se o drone FPV pesa mais de 250 gramas, o RETA é obrigatório independentemente do uso recreativo. Drones de corrida FPV apresentam riscos específicos devido às altas velocidades, manobras agressivas e operação em primeira pessoa com óculos, que limita a percepção do ambiente. O seguro de casco é altamente recomendável dado o alto índice de colisões em corridas e treinos. Competições organizadas geralmente exigem seguro específico do participante como condição para inscrição.

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